O BTS foi nomeado Artista do Ano pelo 2017 Mnet Asian Music Awards (MAMA)!
No dia 1 de Dezembro, a cerimônia final do MAMA 2017 foi realizada em Hong Kong na AsiaWorld-Expo. O BTS levou para casa os prêmios de Best Music Video (por “Spring Day”), Best Asian Style em Hong Kong, e também Artist of the Year, um dos daesangs¹ do ano.
Esse é o segundo ano consecutivo que o BTS vence o prêmio de Artist of the Year depois de receber seu primeiro daesang do MAMA em 2016.
Desde então, o BTS teve um ano verdadeiramente incrível, no qual conquistaram muitos feitos e estabeleceram recordes tanto para si mesmos quanto para outros grupos de K-pop. Primeiramente eles lançaram o seu álbum repackage “You Never Walk Alone” em Fevereiro, antes de embarcar numa turnê mundial, e lançaram o mini álbum “Love Yourself: Her” nesse outono. O mini álbum quebrou recordes de vendas na parada coreana Gaon e sua faixa-título, “DNA”, rendeu-lhe o sonho de entrar na Billboard Hot 100. Eles também receberam o prêmio de Top Social Artist durante o Billboard Music Awards, e, recentemente, tornaram-se o primeiro grupo de K-pop a se apresentar no American Music Awards.
Quando eles receberam o prêmio de Artist of the Year no MAMA 2017, o líder, RM, pegou o microfone para gritar com alegria, “ARMY! Nós amamos vocês!”
Ele prosseguiu para dizer que, não importa aonde o BTS vá no mundo, eles recebem boas-vindas aquecidas, e que as pessoas estão sempre curiosas sobre seus fãs devotos. “Nós nunca teríamos recebido aquelas boas-vindas e honras se não fossem por todos vocês”, ele disse. “Muito obrigado. E eu acho que as palavras ‘Artista do Ano’ realmente confirmam isso. Nós não estamos tristes ou sentindo dor mais. Estamos confiantes e orgulhosos!”
Suga então disse, “Eu sinto que nesse ano vivenciamos todas as honras que um músico pode receber, desde o Billboard Music Awards até o American Music Awards e a apresentação final no MAMA. Eu acho que tudo isso tem sido possível graças ao ARMY. Eu quero dizer mais uma vez, obrigado e eu amo vocês”. Ele então acrescentou em inglês, “Love yourself, love myself, peace (Ame-se, eu me amo, paz)”.
RM mais tarde postou no Twitter, “Perdão por ter esquecido minhas palavras em inglês!!! A glória é toda de vocês. Apenas vocês merecem isso. Muito obrigado por todo o amor. Vocês fazem eu me amar todos os dias. Verdadeiramente”.
Sorry to forget to say my words in English !!! The glory is all yours. Only you guys deserve this. Thank you so much for all the love. You make me love myself everyday. truly. #aRMy
Houve uma explosão de exposição do grupo durante a última semana. E agora foi confirmado que haverá um futuro documentário focado no tão famoso grupo masculino, organizado e produzido por nenhuma outra senão a BBC!
Nick Rotherdam, um repórter da BBC, recentemente publicou um vídeo em seu Twitter, mostrando que estava tentando aprender a dançar a música do BTS, “Mic Drop”, ao lado da apresentadora da BBC Radio 1, Adele Roberts, que já promoveu “DNA” em diversas ocasiões durante seu programa matinal! E quem é melhor do que o próprio coreógrafo do grupo para ensinar?
Fique ligado para atualizações futuras sobre quando esse documentário será lançado!
Nós conversamos com o rapper RM do BTS, um grupo masculino de sete integrantes cuja dedicada base de fãs os fez serem os artistas sul-coreanos mais notáveis no ocidente.
Artigo por Taylor Glasby
A linha telefônica crepita em Seul, onde já é quase meia-noite, e também onde RM, o líder do grupo sul-coreano de sete integrantes, BTS, está relembrando o agitado mês no qual eles quebraram recordes – alguns deles mesmo, outros, que eles nunca pensavam conquistar – um após o outro numa onda incansável.
“Eu sinto como se fôssemos um balão...”, diz RM, referindo-se ao período de tempo, e há um toque de descrença em sua voz. Isso é esperado, dado o fato de que seu último mini álbum, “Love Yourself: Her”, é o álbum de K-Pop mais vendido na história durante a pré-venda (mais de um milhão apenas nacionalmente), e com a faixa-título “DNA”, eles agora são o grupo de pop coreano mais rápido a atingir 10 milhões, 20 milhões, até 100 milhões de visualizações no YouTube. Depois, há as classificações impressionantes nas paradas musicais – 14º na parada de álbuns do Reino Unido, top 10 na parada de álbuns da Billboard 200 – enquanto DNA não apenas reinou nas paradas do iTunes do mundo todo, mas também subiu para a 67ª posição na Billboard Hot 100, a mais alta da história para um grupo coreano.
As expectativas, naturalmente, aumentaram muito para seu comeback; o BTS (os rappers RM, J-Hope, Suga, e os vocalistas Jimin, Jin, V e Jungkook) alcançou o nível de “fenômeno” no ano passado, com seu segundo álbum de estúdio, “Wings”, e o single de estilo moombahton “Blood Sweat & Tears”, e, ainda assim, 2017 já proporcionou um novo degrau de sucesso quase inacreditável. Agora, todos os dias trazem uma conquista, outro artigo ou outra estação de rádio ocidental tocando o travesso e ecoante electro-pop de “DNA”, aumentando sua atmosfera frenética. Se seu fandom, conhecido como A.R.M.Y, se sentiu impressionado por tudo isso, então ele não está sozinho.
“Tudo está acontencendo tão rápido”, RM acrescenta com uma pequena risada. Intrigante e carismático na conversação, ele é um pensador rápido que pode levar-lhe a um nível mental equivalente a uma gigantesca montanha-russa. “Nós não sabemos aonde esse balão está indo, mas estou tentando aproveita-lo porque houve muito sofrimento antes. Estou tentando não perder [o foco do que] estamos fazendo”.
Durante as semanas desde seu lançamento no meio de Setembro, antecipado por uma série de trailers que servem de ponte aos conceitos anteriores do álbum duplo, The Most Beautiful Moment In Life, Love Yourself: Her tornou-se cada vez mais complexo. Saturado no duplo-sentido (ambos uma explicação do amor e uma carta direta aos fãs), seu som, na maior parte, caminha a passos largos num ritmo brilhante e confiante, ainda que encontremos arranhões e hematomas por baixo dessa superfície reluzente, até mesmo na mais doce das faixas, como “Serendipity”.
Ainda que não seja frequente o fato de podermos entrar no ciclo de vida de um álbum, onde o retrospecto começa a brilhar e talvez até moldar a próxima fase do artista, essa é uma experiência curiosa, iluminadora e levemente vulnerável. Mas, sem nenhum traço de dúvida, nós mergulhamos em Love Yourself: Her para explorar as partes instantaneamente doutrinada à crença do BTS, seu impacto, sombras e o amplo efeito de abrangência de seus criadores.
No lançamento, você chamou Love Yourself: Her de um “ponto de virada” e o “capítulo dois” do BTS, apontando a música como causa primária. Há outras razões para tais descrições terem emergido no último mês?
RM: O conceito de The Most Beautiful Moment In Life, foi o capítulo um para nós, sentimos isso porque estávamos começando de baixo, mas nesse conceito, Love Yourself, começamos a conversar sobre assuntos mais alegres, como as coisas reais na vida. Profissionalmente, nós entramos nas paradas da Billboard e do Reino Unido, e nossos locais de show estão ficando maiores... então tanto por dentro quanto por fora, é um ponto de virada para o BTS. Eu gosto de dizer que estamos apenas em um universo diferente agora, eu acho, como um caranguejo eremita, recebemos uma nova concha.
Dois dos momentos mais emocionantes do álbum são as faixas escondidas, “Skit: Hesitation & Fear” e “Sea”. Ambas lidam com sofrimentos de seus dias passados, bem como as preocupações atuais sobre fama e sucesso. Por que foi importante tê-las no mesmo álbum?
RM: Nós adicionamos faixas escondidas quando queremos acrescentar detalhes, certo? “Skit” foi necessária para explicar “Sea”. Eu acho que um reage ao outro. Na verdade, eu já havia falado sobre esses medos, felicidades, o mar e o deserto, em nosso primeiro álbum (2 Cool 4 Skool), elas eram as faixas escondidas – uma skit chamada “On The Start Line” e uma faixa chamada “Path”. Quatro anos se passaram e eu estou conversando sobre como lidamos com isso, o que é o mar e o deserto dentro de nós e o que é o futuro.
Vocês completaram o círculo e, nossa, eu não percebi. Então, durante aqueles quatro anos, usando esse último conceito, o que você teve de aceitar ou aprender a amar sobre si mesmo que você não gostava antes?
RM: Ummm, eu tive de aceitar que nem todo mundo pode me amar. Porque quando há amor, há ódio; onde há luz, há escuridão. Mas foi muito difícil aceitar, como um artista, que existem muitas pessoas que me odeiam, mas, por outro lado, há muitas pessoas que me amam. Eu acho que todo mundo passa por isso.
Você se lembra de quando você pôde dizer, “ok, eu consigo lidar com isso”?
RM: Na verdade, eu ainda estou no caminho (risos). Eu não sinto que estou totalmente fora disso, mas estou me acostumando. Sou como um surfista, primeiro, você apenas rema e cai da prancha, mas, com o passar do tempo, você consegue ficar de pé em ondas grandes (risos).
Temas como sorte e destino passam por esse álbum. Você sempre acreditou ter um caminho predestinado?
RM: Nietzsche... uma de suas famosas frases era amor fati, ou “ame seu destino”. Vamos dizer, eu, que nasci na Coreia, e você, Taylor, que nasceu na Austrália, não podemos mudar isso, nós não podemos ter a mesma vida. Amor fati não está apenas dizendo para deixar tudo por conta do destino, mas para primeiro aceitar as coisas que não podemos mudar. Amar nosso destino, e nosso ambiente, depois [acho] que podemos fazer algo com o destino e mudar as direções. Estamos no mesmo caminho imposto desde que nascemos, mas eu ainda acredito que podemos mudar algumas coisas. Então, acredito em minha fé, mas ainda não acredito em meu destino (risos).
O grande sucesso que você vivenciou com esse álbum, como ele está impactando sua criatividade? Você pensa “Eu vou escrever uma música e ver no que dá”, ou é mais “Eu tenho que escrever uma música e ela não pode ser menos do que incrível”?
RM: Na verdade, é uma pressão, não posso dizer que não a sinto. O que está acontecendo é muito para mim, e tudo ao redor do BTS se move muito depressa, como fazer dez músicas em metade de um ano. Às vezes, [é] muito, mas eu sempre lembro a mim mesmo das coisas em 2007, eu comecei isso porque queria dizer algo. Havia uma mensagem dentro de mim e eu queria compartilha-la como música, então quando estou no meu estúdio escrevendo, eu tento ir com calma. Estou tentando olhar mais profundamente, como “o que estou realmente tentando dizer?”.
Fora as pessoas batendo na sua porta, dizendo “você já terminou?”, “você tem uma música para mim?”
RM: (Risos). Ah, sim. É por isso que as pessoas estabelecem um prazo, porque parece que você está morto¹.
“Mic Drop”, tanto a música quanto a performance, é o clássico BTS. “Minha bolsa está cheia de troféus... / Haters já estão desistindo / Meu sucesso já é tão dourado... / Você está se apressando para fugir”. O BTS sempre se posicionou por si mesmo, mas o que tornou essa faixa vital para seu novo capítulo?
RM: Hitman Bang (CEO/produtor do grupo) queria que exteriorizássemos raiva e dor nessa faixa, mas foi difícil porque não havia nenhuma raiva ou inveja restante dentro de mim, estou muito satisfeito agora (Risos). Eu amo nossos fãs, então muitos milagres estão acontecendo todos os dias. Eu não tenho tempo para os haters. Acho que isso explica por que Her é um ponto de virada para o BTS e como “Mic Drop” [ajuda] a dizer isso – nós jogamos o microfone e o capítulo um acabou. É muito divertido.
Quantos microfones o Suga quebrou jogando-os no chão ao final de cada apresentação?
RM: (Risos). Ah, não, [os bons] ainda nenhum, nós compramos os baratos do mercado, aqueles de karaokê que custam cinquenta reais.
Você está claramente curtindo a vida agora, mas há sentimentos mais escuros surgindo nesse álbum, então poderemos ver mais disso no próximo?
RM: Tais [sentimentos] ainda estão dentro de mim, eles não foram embora, mas agora estão de uma forma diferente. Eu acho que o amor não é feito apenas de felicidade e elogios e luz. Amor inclui cicatrizes, um pouco de ódio e coisas sujas dentro de nós.
E acho que ninguém é sempre 100% feliz, 24 horas por dia, 7 dias por semana, mesmo quando tudo está indo bem...
RM: Nós temos, sim, sentimentos mais escuros e, às vezes, nos sentimos tão pesados com esses recordes, artigos e pessoas dizendo, “Oh, você está representando a Coreia, você está, tipo, fazendo a Coreia famosa!!””, e cada segundo nós ficamos, “Muito obrigado”, mas, você sabe, eu ainda estou aqui no meu pequeno estúdio, tentando escrever algumas letras e é tudo o que eu faço. Ainda estou tentando lidar com isso.
Então o que, fora do BTS, te faz feliz?
RM: Muito obrigado por fazer essa pergunta, não são muitas pessoas que perguntam! (Longa pausa). Eu não tenho habilitação de motorista, então ando de bicicleta ao lado do rio Han. Isso é o que eu realmente amo, porque ninguém dá a mínima para mim nesse momento. Eu me sinto tão livre. Eu também amo colecionar figuras e assistir filme à meia-noite, porque posso assistir sozinho e no melhor assento.
Você tem de usar chapéu, óculos escuros, e uma máscara para evitar ser reconhecido?
RM: Eu não uso máscara, visto apenas um chapéu porque meu cabelo é muito colorido, brilha demais (risos).
Os críticos tiveram uma conversa online que foi centrada na possibilidade do BTS ser indicado ao Grammy. Não aconteceu esse ano, mas no próximo... nunca se sabe! O que isso te faz sentir?
RM: Eu ouvi pessoas falando sobre isso, eu tento não pensar nisso. Se eu começar a esperar alguma coisa, vou me decepcionar. Um Grammy é completamente outro nível, é totalmente outro mundo para nós!
Se vocês ganharem, terão de usar maquiagem seriamente à prova de água.
RM: É claro. Todo mundo choraria. Acho que temos que preparar uma roupa à prova de água também.
Talvez apenas vestir plástico da cabeça aos pés.
RM: (Risos). É, teríamos de vestir roupas de astronautas ou algo assim.
Você teve uma agenda extenuante neste mês na Coreia, mais dois shows no Japão para 80.000 fãs – qual ainda é a coisa mais difícil durante tudo isso, e quem te mantém são?
RM: Dormir. Não dormir torna um humano em outro humano (risos). Culturalmente, os coreanos estão acostumados com isso, mas ainda é muito difícil. Nós nos acostumamos, mas não conseguimos nos acostumar para sempre. J-Hope sempre tenta nos animar e sou muito grato. Na verdade, eu gosto de chama-lo de novo líder do grupo.
Depois de estarem juntos por anos, quem no BTS ainda consegue te surpreender?
RM: V. Suas palavras são loucas e seu inglês é louco também. Ele cria novas palavras e nova gramática e sempre me surpreende. Eu sinto que ele é bom no inglês também, porque ele consegue conversar com qualquer pessoa, ele tem confiança, é corajoso.
Dizem que quando se aprende um novo idioma, não se pode ter medo de cometer erros.
RM: (Suspira). Eu sempre tenho medo de cometer erros. Acho que nasci assim.
Sempre me perguntei o que o BTS faz antes de lançar um álbum, há algum ritual?
RM: Nós nos juntamos na sala de estar, bebemos alguma coisa e conversamos sobre como devemos lidar com os compromissos e como estamos indo. Realmente não é nada demais, mas isso nos faz sentir diferentes, isso nos mantém correndo e mantém nossa atitude, porque sempre lembramos de quando éramos tristes e pobres (ri). Popularidade é como uma bolha. É uma montanha, você pode subir muito alto, mas descer muito rápido.
Tudo bem, a última coisa... você é o rei dos toques e apertos de mão que dão levemente errado.
RM: (Risos). É, é o que os fãs da Europa e da América dizem! Mas eles amam esses momentos, certo! É uma coisa cultural? Eu não sei porquê, mas ninguém presta atenção aos meus apertos e toques de mão. Minhas mãos são realmente grandes e eu tenho, tipo, quase dois metros de altura, então elas conseguem me ver muito bem. É um pouco triste, não é?! (Risos).
Além de psicodélico, o enredo visual dos pioneiros do K-pop é baseado nas identidades, preferências e estilos dos integrantes.
A banda de K-pop BTS lançou seu quinto EP, Love Yourself ‘Her’, poucas semanas atrás e sua faixa-título, “DNA”, é visualmente intravenosa, como desejado, assim como sua dança, enredo gráfico colorido e desempenho nas paradas musicais. Atraindo comparações com Psy e Wonder Girls, “DNA” e BTS colocaram fim à cultura de massa.
O vídeo de “DNA” foi lançado no Youtube em 18 de Setembro e, atualmente, conta mais de 80 milhões de visualizações.
Da 85ª posição publicada na semana do dia 7 de Outubro, o BTS pulou para 67º na publicação do período de 14 de Outubro. “DNA” agora é o título com a classificação mais alta alcançada na Billboard Hot 100 por um artista ou banda de K-pop. Em 2009, Wonder Girls alcançaram o 76º lugar com “Nobody”.
A Big Hit Entertainment, equipe criativa do grupo, explicou à Billboard como atender a individualidade dos integrantes do grupo auxilia-os a expressar histórias únicas, utilizando seus talentos e estilos pessoais. Isso une o grupo enquanto representa o BTS como uma cooperação épica entre jovens diversos e energéticos, cheios de paixão pela música. Com essa poderosa combinação, não há como dizer o quão alto o BTS irá subir nas paradas.
No dia 21 de Setembro, o BTS foi convidado ao especial do programa “2 O’Clock Escape Cultwo Show” (referido como “Cultwo Show” ao longo dessa matéria) da SBS PowerFM.
Durante o programa de rádio, o grupo foi questionado sobre apresentar oito músicas e colaborar com o cantor veterano Seo Taiji durante seu show em comemoração ao 25º aniversário de debut.
O BTS disse, “Foi a primeira vez em 20 anos que a faixa original de Seo Taiji and Boys foi performada ao invés de ser apresentada apenas com um arranjo de banda. Nós decidimos dançar juntos com Seo Taiji”.
Eles prosseguiram, “Seo Taiji hyungnim é muito detalhista, então ele nos ajudou com todos os passos de dança. Foi uma honra”.
Rap Monster em seguida acrescentou, “Seo Taiji hyungnim nos chamou de ‘filhos’, mas o pai do nosso integrante mais jovem, Jungkook, tem apenas um ano de diferença [de Seo Taiji]”.
Enquanto isso, o BTS realizará seu show de comeback hoje e promoverá seu álbum mais recente com a faixa-título “DNA”.
O BTS agora é o primeiro artista coreano a aparecer na parada Global Top 50 do Spotify!
De acordo com o Spotify no dia 19 de Setembro, a nova música do BTS, “DNA”, entrou na parada Global Top 50 do serviço de streaming, na 50º posição.
O Global Top 50 reflete o ranking diário de músicas no Spotify que foram lançadas ao redor do mundo, e essa é a primeira vez que um artista coreano entra na parada.
“DNA” é a faixa título do novo mini álbum do BTS, “Love Yourself: Her”, lançado no dia 18 de Setembro às 6h (BRT).
O mini álbum classificou-se em primeiro lugar na categoria Top Albums do iTunes em 73 regiões, sendo o maior número da história para um artista coreano, enquanto “DNA” assumiu o 1º lugar na categoria Top Sogs do iTunes em 29 regiões. O mini álbum também chegou ao topo das paradas diárias de álbuns na Coreia, enquanto “DNA” conquistou o primeiro lugar nas paradas em tempo real. O videoclipe de “DNA” já quebrou recordes no YouTube, incluindo o de mais visto em 24 horas para um grupo de K-pop.
O BTS revelou que a coreografia para “DNA” é a mais difícil do que qualquer outra que já tenham feito.
Durante a V Live especial no dia 18 de Setembro, Rap Monster falou sobre a dificuldade das coreografias das novas músicas. “Eu me pergunto quando irei finalmente acabar de aprender a dança”, ele disse. “Ainda estou aprendendo os passos de ‘DNA’. A coreografia é incrível. É muito difícil, mas é uma honra dançá-la”.
De acordo com Jin, o coreógrafo do grupo, Son Sung Deuk, passou dez noites sem dormir criando a coreografia. Os integrantes concordaram que a dificuldade é ainda maior do que “Blood, Sweat & Tears”, e que é a dança mais difícil que eles já fizeram.
V fez todos rirem quando acrescentou, “Nós aprendemos a difícil coreografia depois de ensaiar por mais de quatro horas, mas J-Hope finalizou em dez minutos”.
O BTS fez seu comeback mais cedo naquele dia com o novo álbum “Love Yourself: Her” e “DNA” como sua faixa-título.
O novo mini álbum do BTS alcançou o topo das paradas do iTunes ao redor do mundo!
“Love Yourself: Her”, que conta com “DNA” como sua faixa-título, foi lançado no dia 18 de Setembro às 6h (BRT). A partir daquele horário, o mini álbum assumiu a primeira posição das paradas de Melhores Álbuns do iTunes em 73 regiões! Esse é o maior número já alcançado por um artista de K-pop.
Tais regiões incluem os Estados Unidos, o Reino Unido, Argentina, Armênia, Austrália, Áustria, Azerbaijão, Bangladesh, Belarus, Bélgica, Brasil, Brunei, Bulgária, Camboja, Camarões, Canadá, Chile, Colômbia, Costa Rica, Costa do Marfim, Equador, El Salvador, Estônia, Etiópia, Finlândia, França, Alemanha, Grécia, Hong Kong, Hungria, Índia, Indonésia, Irlanda, Israel, Japão, Cazaquistão, Laos, Letónia, Líbia, Liechtenstein, Lituânia, Luxemburgo, Macau, Malásia, Maldivas, Maurícia, México, Mianmar, Países Baixos, Nova Zelândia, Nicarágua, Noruega, Palestina, Peru, Filipinas, Polônia, Portugal, Romênia, Rússia, Singapura, Eslováquia, Eslovênia, África do Sul, Espanha, Suécia, Suíça, Taiwan, Tailândia, Turquia, Ucrânia, e Vietnã.
A faixa-título do BTS, “DNA”, ficou em primeiro lugar em 29 regiões da parada de Melhores Músicas do iTunes, incluindo Argentina, Belize, Brasil, Brunei, Bulgária, Chile, El Salvador, Estônia, Guatemala, Hong Kong, Hungria, Indonésia, Cazaquistão, Laos, Lituânia, Malásia, Noruega, Peru, Filipinas, Polônia, Romênia, Singapura, Eslovênia, Suécia, Taiwan, Tailândia, Turquia, Ucrânia, e Vietnã.
Em adição, “DNA” assumiu a quarta posição na parada de Melhores Músicas do iTunes nos Estados Unidos.
Isso significa que eles quebraram seu recorde anterior para grupos de K-pop, estabelecido quando “Spring Day” conquistou o 8º lugar na mesma parada nos EUA em fevereiro.
Enquanto isso, “DNA” também está no topo das paradas em tempo real na Coreia e o MV quebrou o recorde ao ser o mais rápido a chegar nos 10 milhões de visualizações. O MV atualmente já foi assistido mais de 16,5 milhões de vezes, apenas 15 horas após seu lançamento.
V compartilhou uma história sobre trabalhar com Seo Taiji em seu show mais recente.
Durante uma conferência de imprensa no dia 18 de Setembro, V mencionou a experiência do BTS ao se apresentar no concerto de 25º aniversário de Seo Taiji. “Nós apresentamos oito músicas juntos no palco”, disse V.
De acordo com ele, Seo Taiji ofereceu muitas palavras de encorajamento ao BTS. “Ele disse, ‘Agora é a era de vocês. Deem seu melhor’”, V explicou. Ele acrescentou que sentiu que era uma honra se apresentar ao lado de um músico lendário como Seo Taiji.
O BTS fez seu comeback com “Love Yourself: Her”, primeiro álbum da nova série, e conta a brilhante e alegre história dos meninos vivenciando seu primeiro amor.
O mini álbum conta com a faixa título “DNA”, que já ultrapassou 50 milhões de visualizações no YouTube.